Gestão financeira para franquias: como ela contribui para os negócios

Tempo de leitura: 18 minutos

O sistema de franchising tem diversas vantagens, que se tornam forças propulsoras para o bom andamento do negócio do franqueado. Um desses benefícios é a gestão financeira para franquias, que é determinante para o crescimento saudável da unidade.

Afinal de contas, a gestão financeira é a prática que assegura que o seu empreendimento sempre terminará o mês com dinheiro em caixa. Em outras palavras, isso significa que ela apresenta lucro sustentável, ou seja, pode continuar funcionando e ainda ter dinheiro para investir na expansão.

É assim que você pode tomar boas decisões de investimento e financiamento, além de assegurar que todas as taxas para a franqueadora serão pagas. No entanto, a dúvida é: como a gestão financeira contribui para o seu negócio?

É o que vamos apresentar neste post. Para isso vamos abordar os seguintes tópicos:

  • o que é gestão financeira;
  • como ela se diferencia na franquia;
  • o que envolve a gestão financeira;
  • seus impactos no negócio;
  • a saúde financeira e a expansão do negócio.

Quer saber mais? Então acompanhe!

O que é gestão financeira?

Esse conceito remete ao conjunto de procedimentos e ações administrativos que abrangem a análise, o planejamento e o controle das movimentações financeiras. Ele abrange todos os investimentos, lucros, despesas fixas e variáveis, financiamentos, empréstimos e o valor patrimonial da organização.

A realização de uma gestão financeira adequada possibilita a visualização correta do cenário empresarial, verificando se ela está registrando lucro ou prejuízo. A partir disso é possível traçar estratégias que possibilitem a otimização dos resultados.

Por exemplo: ao fazer o gerenciamento das finanças é possível perceber que seu negócio vende bem, mas o pagamento geralmente é feito a prazo. Digamos que o valor é recebido no período médio de 60 dias.

Porém, em 30 dias há a incidência de despesas e custos (como o pagamento de salários e de contas com fornecedores). Como saber se você terá dinheiro em caixa para quitar essas dívidas? A resposta é a gestão financeira.

Se não tiver dinheiro, a dica é buscar um empréstimo ou financiamento para efetuar o pagamento das contas. Se tiver recursos sobrando, pode fazer a aplicação em um investimento ou, até mesmo, pensar em expandir o negócio.

Os principais problemas encontrados em relação a esse quesito são:

  • falta de registros corretos sobre o valor dos estoques de mercadorias, saldo de caixa, total de contas a pagar e a receber e volume de despesas fixas e variáveis;
  • falta de compreensão sobre os custos das fontes de financiamento;
  • falta de entendimento sobe os ciclos operacionais e financeiro;
  • falta de conhecimento sobre a necessidade e o financiamento de capital de giro;
  • falta de integração entre políticas financeiras e de vendas (prazos de pagamento);
  • falta de políticas de estoques;
  • falta de elaboração da Demonstração de Resultados do Exercício (DRE), documento contábil mensal que apura lucros e prejuízos;
  • falta de precificação adequada;
  • desconhecimento do valor patrimonial da organização;
  • falta da definição do pró-labore (remuneração dos sócios).

Portanto, a gestão financeira vai além da simples análise do fluxo de caixa ou das vendas, identificando se elas estão em alta ou em baixa. Ela possibilita fazer projeções, que vão garantir que o seu negócio cresça de modo sustentável.

Quais são as principais funções da gestão financeira?

Essa prática apresenta diversas funcionalidades. Entre elas estão:

  • análise e planejamento financeiro: analisa os resultados e planeja ações para obter melhorias;
  • utilização adequada de recursos financeiros: avalia e negocia a captação do dinheiro necessário e as aplicações disponíveis;
  • crédito e cobrança: analisa a concessão de crédito para clientes e gera o recebimento de créditos que foram concedidos;
  • caixa: efetua o controle de recebimentos e pagamentos para verificar o saldo de caixa;
  • contas a pagar e a receber: controla o recebimento das vendas feitas a prazo e o pagamento das aquisições realizadas nesse mesmo modelo. Em ambos os casos são consideradas as despesas operacionais e impostos.

Como é a gestão financeira para franquias?

A compreensão do conceito que vimos leva ao questionamento sobre como deve ser executado nas franquias. Essa é uma pergunta válida porque o sistema de franchising tem diversas peculiaridades — e você precisa se atentar a essa questão.

A verdade é que as franquias saem na frente quando o assunto é gestão financeira. Como acontece em outros aspectos, nesse caso também há um formato predefinido pela marca, o que facilita o trabalho do franqueado.

Por outro lado, há diversas exigências que devem ser seguidas. Apesar de essas obrigatoriedades variarem de acordo com a marca, há algumas dicas gerais que valem para todos os tipos de negócios.

Veja quais são elas a partir de agora:

Controle os seus gastos próprios

O suporte da franqueadora é uma boa notícia e oferece um alívio na hora de fazer a gestão financeira. Mas você não pode esquecer que tem diversos gastos. A ideia é controlá-los a partir de suas categorias.

Comece pelos gastos fixos planejados ou não, como seguros, contratação de mão de obra, locação de maquinários, entre outras despesas. Em seguida, considere o valor do investimento inicial no seu negócio e as taxas de propaganda e royalties (se houver outras, leve-as em conta também).

Tenha em mente que esses gastos são uma garantia de que o padrão de qualidade da marca será mantido, portanto, é uma tarefa obrigatória.

Cuide da organização das finanças

Um erro comum entre os pequenos empreendedores é a falta de controle e de organização dos números. É compreensível e bastante normal que você esteja focado nas atividades operacionais, mas não pode esquecer da parte administrativa.

Especializar-se e ler sobre o assunto (como está fazendo agora!) são boas ideias. Vale a pena separar bem as finanças pessoais daquelas relativas à sua pessoa jurídica. Se você confundir essas duas partes, provavelmente haverá um desvio de recursos negativo, que implicará na desorganização do caixa da sua empresa.

Lembre-se sempre de que é preciso fazer uma análise e ter uma visão correta sobre os gastos. Caso contrário, o risco de falência (mesmo em uma franquia) é maior.

Faça um planejamento financeiro

A franqueadora repassa uma série de documentos ao franqueado, e isso simplifica o trabalho de gestão. Porém, você precisa compreender que a sua unidade é um negócio independente e, por isso, requer um planejamento financeiro específico.

O ideal é ter um conhecimento amplo do negócio, da própria gestão financeira e do sistema de tributação brasileiro. Se faltar compreensão, conte com a ajuda de um especialista, especialmente um contador.

Analise as previsões de entrada e saída de recursos, despesas fixas e variáveis, contribuições, taxas etc. Estabeleça o capital de giro e verifique se haverá dinheiro suficiente para reinvestir na sua unidade.

Conte com ajuda sempre que necessário

O franqueador estará sempre à disposição do franqueado, mas há algumas decisões que cabem a você. Mesmo assim é necessário contar com ajuda sempre que precisar. Pode ser até de um profissional contratado. O ideal é que essa pessoa seja qualificada.

Se essa não for uma opção, a terceirização a uma empresa com alto know-how é uma alternativa interessante. Ela permite reduzir custos com espaço físico e contar com diversos especialistas.

Em qualquer dos casos, a vantagem é que você fica livre para gerenciar melhor o seu negócio, pode verificar resultados atualizados e delinear estratégia que permitam potencializar o lucro.

Concilie pagamentos de diferentes fontes

Os pagamentos podem ser feitos em cartões de crédito e débito, dinheiro ou cheque. Você pode ter uma equipe focada na análise das operações, mas essa opção se traduz em custos altos, pode ser bastante demorada e está passível a falhas.

Já a automatização do processo protege a empresa de fraudes, descompromisso com taxas e erros de processamento, especialmente os humanos. Além disso, assegura que os dados são atualizados em tempo real, o que simplifica a análise e permite traçar estratégias de crescimento.

As sugestões repassadas tornam seu trabalho de gestão mais fácil e, assim, você consegue efetuar os pagamentos à franqueadora com mais tranquilidade e protegendo as finanças do negócio. Mas ainda há muito para se ver no quesito gestão financeira.

O Guia da Gestão de Franquias

O que envolve a gestão financeira?

Os processos internos do seu negócio estão diretamente relacionados à gestão financeira — e não é exagerado fazer essa afirmação. O controle de materiais, os recursos humanos, vendas, comunicação, estoque, a parte fiscal, entre outros dependem da movimentação de dinheiro para funcionarem e serem eficientes.

O estoque, por exemplo, precisa de dinheiro para pagar os custos de armazenamento e garantir a compra de novos itens, que possibilitam que o setor de vendas continue comercializando os produtos. Para isso é preciso mão de obra, que exige o pagamento de salários. E por aí vai.

Apesar de essa relação ser bastante evidente, você já parou para pensar no impacto da gestão financeira na rotina administrativa do seu negócio? Se não, vale a pena pensar em todos os aspectos inerentes a essa questão.

O primeiro ponto a considerar é que o setor financeiro em uma empresa de pequeno e médio porte (como é o caso de uma franquia) geralmente tem 2 funções:

  • contabilidade, porque se ocupa com o cumprimento de requisitos legais;
  • levantamento de recursos em instituições financeiras e outros tipos de credores.

No entanto, você pode ir além e fazer uma gestão mais profissional. Para isso é preciso considerar os seguintes elementos:

Fluxo de fundos

A gestão financeira abrange diversos elementos, como investimentos em instalações e equipamentos (chamados de imobilizações ou ativos fixos), recursos para financiar as operações diárias, pagamento de salários e outras despesas etc.

O dinheiro em caixa precisa ser gerenciado para que as metas traçadas sejam atingidas. Nesse caso é possível tomar 2 tipos de decisão: alocação de recursos ou financiamento.

O primeiro se refere às decisões de utilização, ou seja, em que o dinheiro será aplicado. Por exemplo: compra de insumos necessários para a venda ou a prestação de serviços. Já o segundo é relativo à conquista de recursos para que as atividades sejam executadas, como a antecipação de recebíveis para o pagamento de fornecedores.

Planejamento, controle e avaliação

O financiamento e a alocação de recursos dependem desses 3 aspectos para que suas funções estratégicas sejam bem desempenhadas. O planejamento é o processo de definição do modo como as atividades ocorrerão, qual é o volume de recursos necessário e como eles serão obtidos.

Essa etapa foca o que você quer que aconteça. Para isso deve fornecer os recursos em tipo e volume necessários para que o plano funcione de modo adequado.

O controle, ou monitoramento, é o acompanhamento das atividades, verificando se elas seguem o plano e identificando a necessidade de ajustes durante a execução. O objetivo é comparar o que foi planejado com a realidade e avaliar se tudo está no caminho esperado.

Por fim, a avaliação é a análise das atividades finalizadas ou bem adiantadas para identificar se as metas foram alcançadas e/ou se foram desenvolvidas adequadamente.

Vale a pena ressaltar que esses 3 elementos se referem à gestão em geral, mas principalmente à financeira porque, sem isso, o resultado tende a ser um fracasso.

Custo e eficiência

A eficiência é a capacidade de produzir um efeito que tem o rendimento como benefício. No caso da alocação de recursos, a finalidade é fazer com que eles sejam bem distribuídos para que possam atingir seu potencial máximo e evitar desperdícios e gargalos.

Quando isso não acontece há um aumento dos custos, algo desnecessário e que impacta o caixa da empresa. Por isso, a forma de alocação dos recursos traz impactos diretos nas despesas e na eficiência.

Por exemplo: você tem um equipamento disponível, mas não consegue operá-lo porque há falta de colaboradores. Esse é um problema claro de ineficiência alocativa, que requer uma distribuição equilibrada dos recursos financeiros.

Além disso, também se procura mais eficiência técnica, que, em resumo, é a maior produtividade. Uma boa forma de conseguir esse quesito é apostar na tecnologia, que ajuda a maximizar o resultado ou diminuir os recursos usados para alcançar o objetivo.

Sustentação e estabilidade financeiras

A quantidade de recursos disponíveis deve ser sua preocupação porque é isso que vai garantir que a atividade continue sendo executada. O cuidado que se deve ter é a manutenção da estabilidade financeira durante o mesmo período.

Organização do setor financeiro

A estrutura do seu negócio deve delinear as responsabilidades e garantir que há uma autonomia de funcionamento. De modo geral, essa área está dividida de acordo com as seguintes funções: orçamento, planejamento, tesouraria, controle e avaliação, custos e auditoria.

Uma franquia não é um negócio tão complexo e, por isso, você não precisa dividir em tantas classificações. Mesmo assim vale a pena considerá-las porque isso pode ajudar na sua análise.

Lembre-se de que a grande meta da gestão financeira é permitir uma compreensão maior do empreendimento para tomar decisões mais claras e que possibilitem a maximização da riqueza e dos lucros.

Quais os impactos da gestão financeira no negócio?

As informações relevantes fornecidas pela administração financeira possibilitam chegar a conclusões importantes sobre o seu negócio. Você pode verificar, por exemplo, que seus investimentos estão sendo prejudicados devido à manutenção de um alto nível de estoque.

Nesse caso, você tira dinheiro do capital de giro para comprar produtos sem grande saída. Consequentemente, a expansão do seu negócio é adiada, já que o estoque representa custos.

Fazendo um bom controle financeiro, você pode analisar quais mercadorias têm mais giro, se há períodos de sazonalidade, se há a necessidade de empréstimos ou a possibilidade de investimentos e muito mais.

De modo geral, as vantagens conquistadas são as seguintes:

  • controle rigoroso das transações;
  • comunicação facilitada entre você e seus colaboradores;
  • organização dos registros e verificação dos documentos para identificar se eles são adequadamente controlados;
  • acompanhamento das contas a pagar e a receber e a possibilidade de elaborar um fluxo de recebimentos e pagamentos;
  • controle do fluxo de caixa e dos controles bancários;
  • classificação de despesas e custos em fixos e variáveis;
  • definição do valor a ser retirado pelos sócios;
  • realização de projeções de fluxo de caixa e vendas;
  • acompanhamento da evolução do patrimônio organizacional a partir da rentabilidade e lucratividade.

Por sua vez, se você optar por não realizar a gestão adequada das finanças, os impactos negativos podem ser significativos. Veja:

Desconhecimento do fluxo de caixa

Essa situação é grave porque você não sabe quanto entra e sai do caixa da empresa. Dessa forma, é impossível realizar projeções viáveis e fazer um controle adequado. O resultado pode ser o endividamento e até a falência do empreendimento.

Confusão patrimonial

O investimento inicial do negócio sairá da sua pessoa física; isso é normal. O que não pode ocorrer é a realização de compras com o seu dinheiro pessoal ou vice-versa. Essa é a situação de confusão patrimonial.

Quando isso acontece não é possível saber se o negócio apresenta lucro ou prejuízo, se é sustentável ou se o pró-labore está correto. A consequência é o descontrole financeiro e dificuldades de planejamento para o futuro.

Obsolescência

A gestão financeira inadequada é feita no papel. Para reverter esse cenário é necessário usar softwares que permitam controlar tudo o que entra e sai, como um ERP (Enterprise Resource Planning, ou planejamento de recursos da empresa).

A ideia é fazer um acompanhamento automatizado e em tempo real dos dados, o que possibilita tomar decisões mais precisas e acertadas. Além disso, evitam-se erros, perda de foco do negócio e obsolescência da sua empresa, que implica menos vantagem competitiva.

Falta de planejamento financeiro

Esse quesito é imprescindível para todos os empreendedores, inclusive os franqueados. Defina seus objetivos, orçamento e metas de curto, médio e longo prazos. Revise essa projeção anualmente e assegure-se de que conseguirá mais do que sobreviver no mercado: tenha certeza de que poderá expandir suas atividades.

Como administrar a saúde financeira e a expansão de negócios?

A saúde financeira é derivada de uma boa gestão e ocasiona a expansão do negócio. Se o empreendimento não vai bem, serão emitidos diversos sinais que indicarão a necessidade de ajustes.

Nesse caso é necessário renegociar com a franqueadora, implementar controles e sincronizar prazos de recebimento e pagamento. Por outro lado, se tudo estiver indo bem, chega o momento de pensar na ampliação do negócio.

É importante ressaltar que, sendo um franqueado, é preciso consultar o contrato para verificar o que é permitido. Provavelmente será possível abrir mais uma unidade, o que poderá elevar sua capacidade de investimentos, faturamento, lucro e rentabilidade.

Mas qual é a hora certa para aproveitar a saúde financeira e expandir seu negócio? Há 3 elementos fundamentais que devem ser considerados nesse processo:

Gestão e planejamento

A consolidação de uma unidade não o desobriga de fazer um planejamento para a segunda loja. Essa elaboração deve ser benfeita e demorar o tempo necessário para que esteja bem delimitada.

Analise ainda como foi a gestão dos primeiros anos. Se foi positiva, é um bom indicativo. Esse é um dos principais fatores de sucesso.

Conjuntura econômica e avaliação dos recursos próprios

A economia do país impacta diretamente a expansão dos negócios porque há influência no crédito, na capacidade de compra dos consumidores e nos fornecedores. Esteja ciente também da sua possibilidade de investimentos e lembre-se de deixar uma reserva suficiente para o capital de giro.

Caso precise contar com o capital de terceiros, por exemplo, empréstimos bancários, esteja ciente das taxas de juros a serem pagas. Isso vai reduzir o seu lucro e pode se tornar um círculo vicioso, que ocasionará impactos negativos ao caixa.

Capacidade de gestão

Esse é outro ponto fundamental porque você terá mais responsabilidades e precisará analisar se conseguirá gerenciar tudo. Avalie também sua capacidade de decisão em situações de pressão e se está pronto para arriscar, já que nada garante que a nova unidade terá o mesmo sucesso da primeira. Se estiver tranquilo, vá em frente e não perca mais tempo!

Como você pôde perceber, a gestão financeira é um elemento fundamental para qualquer negócio, inclusive para franquias. A partir desse aspecto você consegue ter mais saúde financeira e ampliar seu empreendimento.

Se esse é o seu desejo, aproveite as dicas que repassamos e aplique-as na sua unidade franqueada. Agora que você já sabe mais sobre gestão financeira para franquias, tenha acesso a mais conteúdos relevantes para seu negócio assinando nossa newsletter!

1 comentário


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